Serviço

Surfboard repair

Reparação de pranchas de surf para Peniche, Baleal, Ferrel, Foz do Arelho, Caldas da Rainha, Óbidos, São Martinho do Porto e Nazaré. Partiste a prancha? O Luis repara-as à mão na oficina do Arelho, as mesmas mãos que as shapam. Dings, caixas de quilha, pranchas partidas e delaminação, em poliéster ou epóxi, e qualquer prancha, não só as Watta.

Fissuras, marcas de pressão, nose e tail partidos, caixas de quilha e leash plugs, delaminação e água dentro da prancha. Leva-a à oficina junto à lagoa de Óbidos, ou manda mensagem ao Luis primeiro e ele diz-te o que precisa.

A forma mais rápida de saber o preço é uma foto. Manda uma imagem do estrago por WhatsApp ou email, com o comprimento da prancha e onde está o ding, e o Luis diz-te se é coisa rápida ou trabalho maior, e quanto fica, antes de fazeres a viagem.

Dica: tira a foto com boa luz, de frente para o ding, e junta uma segunda do conjunto da prancha. Poupa-te uma viagem e dá-te um orçamento mais rápido.

Perguntas sobre reparações

+Quanto custa reparar uma prancha de surf?

Depende do estrago, e a forma mais rápida de chegar a um preço é uma fotografia. Manda uma foto do ding por WhatsApp ou email, com o comprimento da prancha e onde fica o estrago, e o Luis diz-te se é um arranjo rápido ou um trabalho maior, e quanto vai custar, antes de te deslocares.

Um ding de pressão ou um rail rachado é um trabalho diferente de um nose partido ou de um deck delaminado, por isso ninguém te deve dar um preço sem ver.

+Quanto tempo demora uma reparação?

Um ding pequeno leva normalmente alguns dias, porque a resina tem de curar como deve ser antes de a prancha voltar à água, e ter pressa nisso é como se estraga um arranjo.

Trabalhos maiores, uma prancha partida, a troca de uma caixa de quilha ou delaminação, demoram mais, e o Luis diz-te o prazo assim que vir a fotografia. As reparações encaixam-se no meio do shape, por isso nos meses de mais trabalho demoram um pouco mais.

+Reparas pranchas de epóxi e de poliéster?

Sim, as duas. São materiais diferentes e pedem resinas diferentes, o que conta mais do que a maioria das pessoas imagina: resina de poliéster numa prancha de epóxi come o foam.

Diz ao Luis qual é a construção da tua prancha, se souberes, e se não souberes ele percebe pela fotografia e pela própria prancha.

+Vale a pena reparar uma prancha partida?

Muitas vezes sim, e o Luis diz-te com honestidade quando não vale. Uma prancha que parte limpa e que vale a pena guardar repara-se bem e volta a surfar, ainda que fique com a junção e um pouco mais de peso.

Uma prancha velha, cheia de água ou partida em vários sítios pode custar mais a arranjar do que aquilo que vale, e ele prefere dizer-to a aceitar o trabalho.

+Onde levo uma prancha para reparar perto de Peniche?

O Luis repara pranchas à mão na oficina da Watta no Arelho, em Óbidos, junto à lagoa. Fica a poucos minutos de carro, costa acima, de Peniche, Baleal e Ferrel, a dez minutos das Caldas da Rainha, e também recebe pranchas da Foz do Arelho, de Óbidos, de São Martinho do Porto e da Nazaré.

Manda mensagem antes em vez de apareceres, para ele saber que a prancha vem a caminho.

+Reparas pranchas que não são Watta?

Sim, qualquer prancha, de qualquer shaper ou marca. O Luis repara pranchas de escolas de surf e de frotas de aluguer tal como pranchas particulares.

Se tens uma escola ou um campo à volta de Peniche, Baleal ou Ferrel e várias pranchas a precisar de arranjo, manda-lhe mensagem para as fazer todas juntas.